Um grupo de consultores empresariais (do qual faço parte) constituiu uma tradição: reunir-se logo no início de janeiro para avaliar o ano encerrado e fazer conjecturas a respeito do ano iniciado.
As considerações a respeito do futuro, por parte destes profissionais dedicados a promover a excelência empresarial, são sempre cautelosas, pois estas podem servir de base para que empresários e executivos tomem decisões, afetando as condições de vida de muitas pessoas. Ainda mais num Brasil cujos governos não têm promovido os investimentos necessários em educação, saneamento, transporte, energia e saúde, para transformá-lo em um "país do presente".